domingo, 21 de julho de 2013

Nova sinopse de conto anunciada: "Estranha Influência"

Com a perda de seu irmão, Alan se encontra desconsolado. Porém encontra novo alento em sua vida com o aparecimento de um gato. Mas este gato, nada comum, exercerá uma estranha influência sobre Alan e seu amigo mais próximo.

"Estranha Influência", de Lucas Maziero, está no The King Vol. II

Veja as sinopses de contos já divulgadas em http://antologiatheking.blogspot.com.br/p/contos.html .

sábado, 20 de julho de 2013

Entrevista com os autores da The King (17): Jana Lauxen


Jana Lauxen é escritora, autora dos livros Uma Carta por Benjamin (Ed. Multifoco, 2009) e O Túmulo do Ladrão (Ed. Multifoco, 2013). Colunista da revista Café Espacial, publicou pela Mojo Books a historieta Pela Honra de Meu Pai. Publicou em mais de quinze coletâneas, e organizou seis em parceria com outros escritores. Foi editora da versão brasileira da revista eletrônica inglesa 3:AM Magazine, e também uma das idealizadoras do projeto E-Blogue.com (in memoriam). Atualmente trabalha na Editora Multifoco e é redatora na agência Teia de Marketing Literário Virtual.
E-mail para contato: multifoco.jana@gmail.com

Jana, como você e a literatura se conheceram?
Eu devia ter uns cinco ou seis anos. Fui apresentada para a literatura pela Turma da Mônica, e gostei dela de cara. Desde então, não larguei mais do seu pé.

Por que a profissão de escritor lhe interessou?
Acredito que o mais próximo que podemos chegar da verdadeira liberdade é quando escrevemos. A literatura permite ao escritor ser o que quiser, quando quiser, do jeito que quiser, sem que infrinja nenhuma lei ou regra. Nada é ilegal ou imoral quando escrevemos.
E em um mundo onde estamos cada vez mais presos – seja em nossas casas, em nossos compromissos de trabalho, em nossos problemas pessoais – a literatura oferece uma espécie de ‘terra prometida’ para quem se arrisca a, além de ler, escrever.
Escrever é uma forma de se libertar, e tudo o que está ligado à liberdade me interessa.

Por que participar de uma antologia?
Eu adoro antologias. Se não fossem as antologias, possivelmente hoje eu não teria dois livros publicados, e nem estaria trabalhando no meio editorial.
Comecei publicando em coletâneas junto com outros escritores e, graças a estas participações, conheci pessoas incríveis, divulguei meu trabalho, vi portas se abrirem com maior facilidade.
Participações em coletâneas são uma espécie de escola para todos que se pretendem escritores.

Fale um pouco sobre a The King?
Primeiramente é uma coletânea – e eu adoro coletâneas; organizada por dois escritores, Afobório e Jeremias Soares, que eu admiro pra caramba; e ainda por cima é sobre o Stephen King, que é o cara.
Quer dizer: maior orgulho participar deste projeto.

Como você define o processo que envolve a compilação de uma antologia?
Como disse, a participação em uma coletânea é uma escola para o novo autor.
Considero de suma importância para que o autor possa compreender, de fato, como se desenvolve o processo de produção, edição e publicação de um livro.
Penso que, antes de lançar seu livro solo, todo escritor deveria participar de uma publicação junto com outros escritores, a título de aprendizado.
Você aprende e você divulga seu trabalho. Só tem prós; nenhum contra.

Como você vê o mercado editorial brasileiro para os novos autores?
Está longe do ideal, mas já melhorou muito.
Quando eu tentei lançar meu primeiro livro, lá pelos idos de 2005, 2006, não havia nenhuma porta aberta para o novo autor. Ou você publicava através de um grande selo (e, assim como hoje, os grandes selos não querem nem saber de autores ainda desconhecidos), ou você pagava uma fortuna para publicar seu livro através de uma editora sob demanda ou de uma gráfica.
Logo, se o autor não tivesse grana ou bons contatos, estava fora.
Hoje não. O mercado editorial brasileiro oferece diversas oportunidades e possibilidades ao novo autor, para lançar desde tiragens altas até tiragens muito pequenas. E em alguns casos, sem pagar nada.
Como disse, temos muito que melhorar, e estamos melhorando. Mas negar os avanços que a nova literatura brasileira conquistou nos últimos anos é impossível.

Em sua opinião, é possível viver de literatura no Brasil?
Sim, é. Eu vivo de literatura. Porém, não vivo somente da venda de meus livros, é claro. Eu trabalho em uma editora e em uma agência que atua na divulgação do novo autor (a Teia: www.marketingliterario.blog.br). Já trabalhei como revisora também. São ramificações da literatura, que me permitem trabalhar, pagar as contas e viver com um pouco de dignidade trabalhando na área.

De que maneira a internet atua em sua vida de escritor?
De maneira constante e imprescindível. Utilizo a internet para absolutamente tudo o que envolve o meu trabalho, seja enquanto editora, enquanto escritora e enquanto redatora na Teia.
Conheci minha editora e meu editor através da internet, consegui participar de coletâneas através da internet, publico meus textos na internet e, sem ela, certamente estaria infeliz trabalhando em um cartório hoje em dia.
A internet deixou o mundo pequeno. Se, antes, para conquistar seu espaço enquanto escritor, você precisava obrigatoriamente viver em grandes centros (como Porto Alegre ou São Paulo), a internet derrubou estas barreiras e encurtou os espaços.
Hoje, você pode viver em Caximbinhas do Girassol que, se tiver um computador conectado à internet, continuará em Caximbinhas do Girassol; mas estará também no mundo.
Todo escritor, se souber aproveitar de maneira inteligente e efetiva a internet, possui em suas mãos uma ferramenta única, que merece e precisa ser usada para a produção e divulgação de seu trabalho.

Qual a influência de Stephen King em sua literatura?
Stephen King é gênio, e fim.
É impressionante sua capacidade de nos colocar exatamente na situação que elaborou, e nos fazer sentir como é estar nesta condição.
Enquanto escritor, é alguém de um talento indiscutível, com uma habilidade rara de envolver o leitor de tal forma, que o torna quase um prisioneiro.
Sua influência em minha obra é justamente esta: procuro sempre este envolvimento com o leitor; procuro amarrá-lo e deixá-lo ‘preso’ na história. Claro que não o faço com a mesma competência de Stephen King – e está longe de mim esta pretensão. Mas tento, e isso somente acrescenta em minha obra.

Para encerrar: quais teus planos daqui pra frente? Já tem um livro na manga, projetos, publicações?
Este ano lancei meu segundo livro, O Túmulo do Ladrão (Ed. Multifoco, R$22), e ainda estou trabalhando em sua divulgação e em seus lançamentos.
Também estou envolvida em um projeto incrível chamado Nascedouro, de incentivo à leitura e à literatura, que percorre escolas estaduais e municipais, além de ONGs e instituições voltadas ao menor carente, oferecendo oficinas e palestras sobre literatura. É um projeto sensacional, que só tem me trazido alegrias.
Entrevista realizada pela Editora Multifoco – Unidade Sul


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Nova sinopse de conto anunciada: "O Chirriado Soturno Da Guardiã"

"O Chirriado Soturno da Guardiã" é uma viagem à mente de um homem atormentado por problemas pessoais comuns, porém mais destrutivos do que podem parecer a princípio. Trata de fatos reais que se confundem com batalhas travadas num universo onírico, no qual os pesadelos podem ser o espelho de uma realidade de derrotas e solidão.

"O Chirriado Soturno da Guardiã", de Ricardo Guilherme dos Santos, está no The King Vol. I

Veja as sinopses de contos já divulgadas em http://antologiatheking.blogspot.com.br/p/contos.html .

Entrevista com os autores da The King (16): Gutemberg Fernandes



Gutemberg Fernandes, um dos autores da The King, é mineiro, amante de literatura em todas suas vertentes. Começou a escrever por influência dos livros de Bernard Cornwell e tem como principais referências para sua escrita, autores como Neil Gaiman, William Gibson, George Orwell, H.P. Lovecraft entre outros. Publicou na antologia Sobrenatural: Contos Fantásticos o conto Sombras da Alma, a noveleta A Legião das Almas Perdidas no Volume Amarelo da Fantástica Literatura Queer pela Tarja Editorial e em dois mil e treze publicará A Palavra Feita Carne na antologia Erótica Steampunk pela Editora Onitorrinco. Contato com o autor (gutosnaketaylor@gmail.com)

  1. Gutemberg, como você e a literatura se conheceram?
Desde pequeno eu tive interesse pela leitura. No começo eram quadrinhos da Marvel ou da Turma da Mônica, os quais comprava com frequência e lia rapidamente. Conforme fiquei mais velho comecei a pegar alguns livros da série Vaga-lume com uma professora, que me fez criar um verdadeiro interesse pela literatura em sua forma mais tradicional. Daí em diante vieram as leituras de C.S. Lewis, J.R.R. Tolkien, Machado de Assis, Neil Gaiman, Stephen King, Bernard Cornwell e alguns outros.

  1. Por que a profissão de escritor lhe interessou?
Principalmente por dois motivos. O primeiro deles ligado de forma direta a uma busca de conciliar algo prazeroso para mim com o que possa também ajudar a pagar contas no futuro. O segundo é a necessidade de conseguir externar a profusão de histórias, e ideias de histórias, para que mais pessoas pudessem compartilhar das mesmas. E, fazendo das palavras de Neil Gaiman as minhas, também deve ser por não precisar acordar cedo.

  1. Por que participar de uma antologia?
Acredito que participar de antologias possa ser uma oportunidade muito boa para criar uma espécie de portfólio. Desta forma o autor consegue ter a possibilidade de alcançar mais pessoas e também experimentar mais com relação à temática de seus trabalhos.

  1. Fale um pouco sobre a The King?
Como já comentei antes, acredito que as antologias sejam uma oportunidade para que sejam experimentadas e nada melhor do que um pequeno conto para isso. Com relação a The King, meu interesse foi principalmente por ter que desenvolver algo que estivesse fora da minha zona de conforto e diretamente ligada a obra de um dos autores mais prolíficos e renomados da atualidade. E foi realmente um grande desafio até ter conseguido encontrar algo com que trabalhar tendo em consideração tais fatores.

  1. Como você define o processo que envolve a compilação de uma antologia?
Penso que tudo deve começar a partir da escolha de como será a temática da antologia. Depois os detalhes mais burocráticos e técnicos que comporão o regulamento devem ser discutidos e ajustados para que por fim se abram as seleções. Quando estas terminam acho que começa o real problema para os organizadores de qualquer antologia: encontrar os textos que casem em harmonia com a proposta da antologia e que apresentem qualidade para a mesma.

  1. Como você vê o mercado editorial brasileiro para os novos autores?
Atualmente acredito que a melhor opção para um autor que queira ser publicado e não possui experiência ou relevância no cenário é procurar por editoras menores que estarão mais dispostas a dar uma chance ao seu trabalho. Penso também que a chegada da Amazon, e suas políticas de publicação individual, possa causar uma mudança nesse panorama e alavancar o mercado para escritores emergentes.

  1. Em sua opinião, é possível viver de literatura no Brasil?
Sim, posso dizer que sim. É claro que primeiro devemos analisar que a pergunta é mais abrangente do que simplesmente ‘é possível viver como escritor no Brasil’. Logo acredito que a literatura como um todo – desde as partes de revisão, copidesque e organização de antologias – oferece bastante opções e oportunidades para que um bom profissional em tais áreas se destaque e tenha uma boa carreira.

  1. De que maneira a internet atua em sua vida de escritor?
Além de ser uma ótima forma de pesquisa para o desenvolvimento de histórias, ela é uma ótima forma de se criar seu networking. Mas acredito que o principal ponto em que a internet pode favorecer é diante da maior possibilidade de interação com o leitor.

  1. Qual a influência de Stephen King em sua literatura?
Stephen King, juntamente de H.P Lovecraft e Edgar Allan Poe, é uma das minhas referências literárias quando se trata de terror/horror. Vejo a obra do King como um interessante norte e também uma forma de revigorar o próprio gênero. Ao colocar o horror em presença do cotidiano, Stephen King conseguiu gerar um novo tipo de apreensão, mostrando que o pior pode acontecer em qualquer lugar, para qualquer pessoa.
Particularmente no conto que fora escolhido para compor a The King, a influência do autor veio após a leitura de uma noveleta presente em Full Dark, No Stars. A Good Marriage foi o estopim para que O Som de Seus Sussurros nascesse como um conceito e logo ganhasse forma em uma velocidade que surpreendeu até a mim mesmo.

  1. Para encerrar: quais teus planos daqui pra frente? Já tem um livro na manga, projetos, publicações?
Para este ano além desta publicação há outra antologia na qual publiquei um conto – Erótica Steampunk, da Editora Ornitorrinco. Também continuo escrevendo para a seleção em outras antologias e espero o resultado de algumas. E ao final do ano devo começar o processo de edição de um romance de fantasia urbana chamado Sombras da Alma.

Entrevista realizada pela Editora Multifoco – Unidade Sul


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Nova sinopse de conto anunciada: "Essência"

Certos sentimentos humanos podem levar você mais distante do que imagina. E nem sempre é da forma agradável como espera. Sua real essência pode se tornar a pior das prisões. Mude o quanto antes, reze para que não seja tarde demais.

"Essência", de Narjara de Oliveira, está no The King Vol. II

Veja as sinopses de contos já divulgadas em http://antologiatheking.blogspot.com.br/p/contos.html .

Entrevista com os autores da The King (15): Gustavo Guilherme


Gustavo Guilherme, um dos autores da The King, nasceu em Vitória (ES) em mil novecentos e oitenta e seis. Sua primeira publicação foi um conto na coletânea Expresso 600 (Andross Editora, dois mil e seis). É responsável pelo blog Curtasbreves, onde regularmente publica micronarrativas, contos, crônicas, poemas e HQs. Gustavo é pai, marido, cinéfilo incurável e roteirista de quadrinhos. Contato com o autor (gustavoguilhermec@gmail.com).

  1. Gustavo, como você e a literatura se conheceram?
Desde criança, fui incentivado por parentes a ler e a ver filmes. Acabei sendo influenciado tanto pela literatura quanto pelo cinema e, na adolescência, comecei a produzir meus primeiros textos.

  1. Por que a profissão de escritor lhe interessou?
Porque o ato da escrita tornou-se essencial para minha sobrevivência, assim como a prática da leitura. Depois que a gente começa a sentir na pele a força das palavras, sejam as que entram pelos olhos ou aquelas que nos escorrem dos dedos, fica impossível parar... e por que, apesar de tudo, não tentar viver disso?

  1. Por que participar de uma antologia?
É a chance perfeita para demonstrar um texto de maneira prática, seguindo uma temática e, consequentemente, saber qual será a resposta de um público específico ao seu trabalho.

  1. Fale um pouco sobre a The King?
The King é uma coletânea única. Autores talentosos utilizando como base para seus contos o folclore horripilante criado por Stephen King, sem perder a brasilidade característica de nossos escritores. Excelente oportunidade para quem está começando e para quem deseja seguir nesta linha do terror/suspense.

  1. Como você define o processo que envolve a compilação de uma antologia?
É uma caça ao tesouro. O escritor de um lado buscando as palavras exatas e, do outro, os organizadores correndo atrás dos textos que lhe parecerem mais interessantes para a coletânea. Como disse, é uma oportunidade única.

  1. Como você vê o mercado editorial brasileiro para os novos autores?
O mercado literário está em pleno crescimento no Brasil, e isso se dá, principalmente, pela consciência que as editoras passaram a ter quanto à importância da internet para o sucesso de uma obra. Os tempos são bons e a busca por escritores de talento está cada vez mais abrangente, acirrada, interessante e global.


  1. Em sua opinião, é possível viver de literatura no Brasil?
Exclusivamente de literatura, para a grande maioria dos autores, infelizmente, não. Mas as coisas estão mudando, o mercado está mudando, as pessoas e, acima de tudo, o acesso à informação está mudando. Quem sabe? Talvez um dia o quadro mude.

  1. De que maneira a internet atua em sua vida de escritor?
Completamente. Sem ela, não teria sido tão fácil (e dinâmico) conhecer o público que curte meus textos. E o feedback é quase instantâneo, o que facilita, e muito, a nossa vida.

  1. Qual a influência de Stephen King em sua literatura?
King foi um dos primeiros autores que li quando comecei a escrever, ainda durante minha adolescência. Me inspirei em seus textos e até em filmes inspirados em suas obras para escrever meus primeiros contos. Ouso dizer que, se não fossem os livros “O Saco de Ossos”, “O Iluminado” e “Dança Macabra” e filmes como “Conta Comigo” (inspirado em um conto do autor), “Carrie”, “À Espera de um Milagre” e tantos outros, minha escrita não seria a mesma.

  1. Para encerrar: quais teus planos daqui pra frente? Já tem um livro na manga, projetos, publicações?
Há um livro de poemas que será lançado no mês de junho, chama-se “Cinema Mudo” (Editora Penalux). Há também o blog “CurtasBreves”, onde publico regularmente microcontos e HQs de minha autoria. Além disso, meus textos estarão presentes em algumas Mostras Literárias país afora.

Entrevista realizada pela Editora Multifoco – Unidade Sul


quarta-feira, 17 de julho de 2013

Nova sinopse de conto anunciada: "O Amaldiçoado G. T. Sullivam"

Um lúgubre bilhete é encontrado junto ao cadáver de um médico chamado G. T. Sullivam, que foi achado morto, por causas desconhecidas, dentro de sua casa. Vinte anos depois seu sobrinho P. R. Sullivam decide desvendar a estranha morte de seu tio. Uma casa, uma seita anticristã, uma maldição. Leitores, tenham muito cuidado, vocês podem enlouquecer!

"O Amaldiçoado G. T. Sullivam", de Jowilton Amaral da Costa, está no The King Vol. I

Veja as sinopses de contos já divulgadas em http://antologiatheking.blogspot.com.br/p/contos.html .